São denominadas inclusões não metálicas as partículas com diferentes composições químicas, tais como, óxidos, sulfatos, nitratos e silicatos, que surgem, normalmente, durante o processo de produção do aço quando este ainda se encontra no estado líquido e podem ter origem nas seguintes situações:
- Substâncias que são dissolvidas por reações químicas no aço no estado líquido e originam mudança de solubilidade dos elementos de liga;
- Substâncias que tem origem nos tratamentos térmicos;
- Impurezas remanescentes que não são removidas durante o processo de fusão (ex. matérias-primas não consumidas e escória fundida)
O estudo da metalografia, neste caso inclusões, permite observar a microestrutura interna de aços, podendo esta ser relacionada com as suas propriedades mecânicas e químicas. De um modo geral, as inclusões não metálicas reduzem a resistência mecânica e a capacidade de obter superfícies com acabamento apropriado, e tornam os aços mais suscetíveis à corrosão.
Os equipamentos utilizados para realizar a avaliação do tamanho médio de grão são:
- sistemas de preparação de amostras por corte e polimento.
- microscópio ótico Nikon, modelo Optiphot com ampliações de 50X, 100X, 200X, 400X e 1000X;
- microscópio ótico ZEISS, modelo Imager.Z2m com ampliações de 50X, 100X, 200X, 500X e 1000X.
- Análise de superfícies que se destinam a obter grande qualidade de polimento e consequentemente brilho (moldes)
- Determinação de causa de ruptura de componentes mecânicos