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O Instituto Pedro Nunes (IPN) vai realizar no dia 8 de junho de 2026, o seminário “Xylella fastidiosa: situação atual, epidemiologia e desafios de gestão”, dedicada a um dos principais desafios fitossanitários da atualidade.
A iniciativa decorrerá no auditório do Edifício D do IPN, entre as 09h15 e as 12h30, reunindo especialistas, autoridades e profissionais do setor para refletir sobre o impacto e a evolução da bactéria Xylella fastidiosa, cuja disseminação representa uma ameaça crescente a nível global.
Num contexto marcado pela necessidade de respostas coordenadas, o encontro pretende promover a partilha de conhecimento científico e técnico, bem como fomentar o diálogo entre entidades com responsabilidade na monitorização e gestão desta doença. Ao longo da manhã, serão abordadas perspectivas institucionais sobre a realidade nacional, complementadas por experiências internacionais relevantes.
O programa tem início com a sessão de abertura conduzida por Joana Costa, Diretora do Laboratório de Fitossanidade do IPN (FITOLAB). Segue-se a intervenção de Clara Serra, da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), que apresentará a situação atual da Xylella fastidiosa em Portugal, com destaque para os principais desafios ao nível da vigilância e das medidas de controlo.
A componente científica contará com a intervenção de Rodrigo Almeida, Investigador da Universidade da Califórnia, Berkeley, que trará a experiência dos Estados Unidos na epidemiologia e gestão da bactéria na vinha, oferecendo uma perspetiva prática baseada em casos reais.
A sessão inclui ainda um momento de debate e perguntas, incentivando a troca de ideias entre participantes e especialistas, antes do encerramento.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória até ao dia 4 de junho de 2026, através do formulário disponível
aqui.
Esta conferência é uma atividade do projeto CTI do IPN, apoiado pela componente de financiamento base do Centro de Tecnologia e Inovação (CTI), nos termos do Aviso de Abertura de Concurso (AAC) nº 03/C05-i02 /2022, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência Português (PRR). O IPN é reconhecido como Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) no Despacho n.º 2688/2022.