Instituto Pedro Nunes
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Estágios de verão Summer@IPN na primeira pessoa
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O IPN considera relevante estabelecer desde cedo uma aproximação com potenciais e futuros empreendedores/as e profissionais qualificados: os estudantes do Ensino Superior da Universidade de Coimbra e do Instituto Politécnico de Coimbra. Neste sentido, este ano, o Instituto Pedro Nunes teve a primeira edição do Summer@IPN, uma iniciativa de estágios de verão.

A THEIA, empresa incubada no IPN e no ESA BIC Portugal que atua na área da arqueologia, recebeu nesta primeira edição de estágios de verão do IPN o Kevin Leal, que partilhou connosco um pouco da sua experiência.

IPN: Porquê concorrer aos estágios do IPN e não outro tipo de estágios?
Kevin Leal: Concorri a estes estágios porque na área de arqueologia é difícil arranjar. Este estágio foi sem dúvida uma mais valia, não é fácil encontrar um estágio na minha área noutro local [IPN].

IPN: Como tem sido a experiência de estágio na THEIA até agora?
KL: Estou a gostar muito de estar na THEIA, estou a aprender muita coisa com eles.

IPN: O que fazes no teu dia-dia?

KL: Faço muitas coisas, por exemplo, modifico modelos em 3D, mexo em texturas, entre outras coisas. Já concebi inclusive um lar em 3D.

IPN: Este estágio é útil para o teu futuro profissional?
KL: Sim, este estágio é bastante útil para o meu futuro profissional.

IPN: Consideras importante estar inserido no ecossistema do IPN?
KL: É, sem dúvida, uma mais valia. Aqui na THEIA, lidamos com outras empresas do Instituto Pedro Nunes. Por exemplo, fizemos um projeto para a Skilent, empresa aqui também incubada.

Martino Correia, co-fundador da THEIA, falou-nos também um pouco da visão da empresa acerca do Summer@IPN.

IPN: O que é que a Theia considera acerca desta iniciativa de estágios do IPN?
Martino Correia: Para nós foi uma boa iniciativa. Ficámos bastante agradados com o Kevin. E, no futuro, se se proporcionar, poderá dar origem a novas colaborações.

IPN: Esta iniciativa do IPN é algo a repetir em futuras edições?

MC: Com certeza! Tendo por base a nossa experiência seria algo a repetir.
 

 

Uma das empresas da nossa aceleradora (TECBIS), a OpenLimits também abriu as portas a esta iniciativa e acolheu a Mariana Páscoa.

IPN: Porquê concorrer aos estágios de verão do IPN?
Mariana Páscoa: É uma maneira interessante de aproveitar o tempo livre de verão. É uma forma de tornar o nosso tempo útil e mais produtivo, uma vez que estamos a aprender em cotexto de trabalho.

IPN: Como tem sido a experiência de estágio na OpenLimits até agora?
Mariana Páscoa: Estou a gostar muito da experiência. Até agora já consegui perceber qual é a conduta da empresa. E, este estágio, está a ser importante para uma primeira inserção no mercado de trabalho. De modo geral, está a ser uma experiência bastante positiva.

IPN: É a primeira experiência no mercado de trabalho ou já tinhas feito algum estágio antes destes?
MP: Não, já tinha feito aqui, também no Instituto Pedro Nunes, mais precisamente na Feedzai, fiz lá o meu estágio curricular no âmbito do mestrado.

IPN: Consideras este estágio na OpenLimits útil para o teu futuro profissional?
MP: Claro que sim! Adquiri na OpenLimits conhecimentos adicionais e experiências que somam pontos ao meu currículo.

Consideras importante este estágio ser inserido no ecossistema do IPN? Sentiste a interligação que existe entre várias empresas?
MP: O ambiente de startup é sempre muito jovem e dinâmico. A maneira de trabalhar é muito descontraída. Sinto-me bem neste tipo de ambiente, foi muito bom ter tido esta oportunidade.
 

O orientador da Mariana, Nuno Francisco, explicou-nos um pouco o que a OpenLimits considera destes estágios.

IPN: Porque é que a OpenLimits aderiu à primeira iniciativa dos estágios Summer@IPN?
Nuno Francisco: A iniciativa não partiu de mim em concreto, mas acho que falo pela empresa que gostamos de ter um contacto direto com todo o universo do IPN e todas as iniciativas que o IPN nos desafia a participar. Esta em concreto, decidimos participar porque temos a possibilidade de ajudar na formação de uma pessoa que se mostrou interessada em aprender e nisso a empresa está sempre disponível para ajudar e ao mesmo tempo tirar partido disso.

IPN: Esta iniciativa do IPN é algo a repetir em futuras edições? Se repetirmos esta iniciativa embarcam connosco numa nova aventura?
NF: Se virmos que podemos ajudar essa pessoa (estagiário) e que essa pessoa também nos pode ajudar na empresa, claro que sim!
 

A Plano de Cultivo, umas das empresas da nossa incubadora, acolheu no seu seio a Ana Rita Garcia, e até à data tem sido muito positivo para ambas as partes.

IPN: Porquê concorrer aos estágios do IPN e não outro tipo de estágios?
Ana Rita Garcia: Por acaso, tinha concorrido a outro tipo de estágios mas não obtive resposta. Posteriormente, surgiram estes estágios no IPN, inscrevi-me e obtive logo uma resposta positiva, fiquei bastante contente de me terem aceite.

IPN: Como tem sido a experiência de estágio na Plano Cultivo até agora?
ARG: Estou a gostar bastante. Tenho estado a fazer coisas na minha área (secretariado), o que é bastante útil para a minha aprendizagem e experiência profissional.

IPN: O que fazes no teu dia-dia?
ARG: A Vanessa, a minha coordenadora, diz-me o que é que preciso de fazer e orientamos o trabalho diariamente. O meu trabalho consiste em organizar a informação da empresa e organizar os ficheiros, no fundo organizar a “dita” papelada.

IPN: Consideras este estágio útil para o teu futuro profissional?
ARG: Sim, é uma mais valia. Concorri para ganhar experiência e adicionar este estágio ao currículo, o que poderá ser útil no futuro.

IPN: Consideras importante estar inserido no ecossistema do IPN?
ARG: Antes de vir para aqui, não tinha uma ideia do que era uma Incubadora. Estou a gostar pelo facto de estarmos num co-work, há muita gente e contacta-se com outro tipo de empresas.

Vanessa Murta partilhou connosco a visão da Plano Cultivo desta iniciativa.

IPN: O que é que a Plano Cultivo considera acerca desta iniciativa de estágios de verão do IPN?
Vanessa Murta: Bastante interessante, apesar de na minha opinião ser curto [risos].

IPN: Porque é que a Plano Cultivo aderiu a estes estágios?

VM: Esta oportunidade que surgiu foi boa para vermos como funciona. Não tínhamos grandes expetativas porque estávamos numa fase mais calma na Plano Cultivo, mas acabou por ser vantajoso e pensamos repetir em futuras edições.

IPN: Esta iniciativa do IPN é algo a repetir em futuras edições?
VM: Eu penso que sim, tendo em conta que esta primeira iniciativa correu muito bem!
 

Data

18 de Setembro de 2018